Setembro é marcado pela cor amarela e por uma importante reflexão: a valorização da vida e a importância de cuidar da saúde mental.
Em meio à rotina, nem sempre conseguimos perceber quando alguém próximo está passando por um momento difícil. Muitas vezes, por trás de um sorriso, de uma conversa ou até mesmo do silêncio, pode existir um sofrimento que a pessoa não consegue expressar.
Por isso, o Setembro Amarelo é também um convite para olhar com mais atenção para quem está ao nosso redor.
Uma conversa pode fazer diferença
Quando percebemos que alguém não está bem, não precisamos ter todas as respostas. Muitas vezes, o mais importante é estar presente, ouvir com atenção e sem julgamentos.
Frases como “estou aqui para ouvir você” ou “você não precisa passar por isso sozinho” podem abrir espaço para que a pessoa fale sobre aquilo que está sentindo.
Por outro lado, comentários que diminuem o sofrimento, como “isso é falta de força” ou “existem pessoas com problemas maiores”, podem fazer com que ela se sinta ainda mais sozinha.
Demonstrar preocupação, incentivar a busca por ajuda profissional e permanecer próximo são atitudes importantes.
Saúde mental também é saúde
Cuidar da saúde não significa olhar apenas para o corpo. A saúde mental também merece atenção, acompanhamento e tratamento quando necessário.
Psicólogos, psiquiatras, profissionais da Atenção Básica, serviços especializados e outros integrantes da rede de saúde podem oferecer suporte para quem está enfrentando sofrimento emocional.
Em situações de emergência ou risco imediato, é importante procurar um serviço de urgência e emergência ou acionar o SAMU pelo 192.
O CVV – Centro de Valorização da Vida também oferece apoio emocional gratuitamente pelo telefone 188.
O Setembro Amarelo termina no calendário, mas a preocupação com a saúde mental precisa continuar durante todo o ano.
Às vezes, cuidar começa com uma pergunta simples: “Você está bem?”
E, principalmente, com a disposição verdadeira de parar para ouvir a resposta.



